Nóis fumo ó mercado da Rócas!

  

Nóis Fumo Ó Mercado da Rócas!

Este é um poema meu em homenagem aos Poetas Cordelistas  Potiguares, em especial dedicatória aos Saudosos Cordelistas Zé Saldanha e Bob Mota com quem eu tive a graça de conviver durante alguns anos, eu deixo-vos aqui mais este texto em forma de verso rimado assimétrico! 

De: Silvino Potêncio >

"Nóis fumo ó mercado da Rócas,
 P'ra fazê um troca-troca,
Da nossa literatura.
  Ali xiguêmo, à pois intão!?
   E foi com muita emoção,
Que nóis fizêmo a transação!
     “Purquê” nóis tem lá muita cultura. 
- Pendurada no cordel,
Lá tinha versos em papel.
     P'ra fazê um troca-troca,
Da nossa literatura.
Tinha poema rimado,
E tinha livro já usado,
Até tinha disco de pedra e vinil.
 Tinha muita poesia,
De gente que nós nem sabia,
  Que um dia lá existia!
   - Era um “tár de Luis d’ Camões”,
E outro de Luis Carlos Guimarães. 
E outro Da Cunha Lima,
Quê das leis ele tá por cima! 
Até do Siô Camara Cascudo,
Lá tinha de um todo, um tudo!
Foi uma beleza pura!
- fizêmo lá um troca-troca,
Da nossa literatura. 
- Àpois Nóis fumo ó Mercado da Rócas,
   Et fizêmo lá um troca-troca,
Da nossa literatura. 
    De repente, por entre a gente,
Do mercado da Ribeira,
Ali xigou uma turma inteira,
  Com mãos e braços repletos,
De livros e de panfletos com sonetos.  
  Do “tár Machado de Assis”,
Aquele que escreveu pelos Brasis,
    E até lá du Santos Reis,
Nóis também vimo aparecê. 
     Um porreta estrangeiro,
Que por ser um português,
      Ali virou nosso freguês! 
À  pois intão?...
Nóis fumo ó mercado da Rócas,
P'ra fazê um troca-troca,
Sem gastá nem um tostão.
Purquê isso nóis não tinha não.  
- tinha só um trocado na mão! 
Da venda do outro dia,
Quando nóis  fumo em romaria.
Ao bairro da Cidad'Alta,
Aonde Sebo lá não falta,
P'ra fazê a transação. 
- Intremo na Conceição,
Ali por trás da Igreja.
   Assim nóis lá discubrimo,
Que  tem livro que é um mimo.
    Tem até lá obra primo,
Do prémio da literatura.
     Fiquemo até cum inveja!  
     De tanta literatura,
Do cordel e do pincel,
Pois lá tem também pintura.
P'ra fazê um troca-troca,
C’ua nossa literatura.
Muita coisa nóis ali vimo, 
E é bestial, é massa!, é sensacional,
Poder viver em Natal.
-  à despois que nóis viêmo de Portugal.
 
Autor: Silvino Potêncio – NATAL – 1999/2000  
(Emigrante Transmontano em Natal/Brasil)  
Original publicado no Blog do Autor: http://zebico.blog.com (desativado desde Maio/2016)  agora republicado no Blog "Crônicas da Emigração"!



A Lusofonia está mais pobre!


                                          Escritor Vasco dos Santos - Emigrante no Brasil
                                                      (Falecido em 25.09.2019)


Molduras em Pensamento inseridas aqui neste meu Livro-Album (a ser publicado em breve) são - para mim - os pilares básicos de uma obra literária que se pretende seja um ensinamento frutuoso a todos aqueles que me seguem de alguma maneira nesta página ou nos outros sites virtuais que todos nós frequentamos hoje em dia!
Hoje tive a triste noticia confirmada da morte de um dos meus Mais Dilectos Amigos, o Escritor Vasco dos Santos - tinhamos conversado sobre a minha visita a Portugal e ele partiu uma semana depois de eu ter embarcado para Lisboa. 
Ele deixou uma excelente Obra literária com mais de duas dezenas de livros escritos e Edidados por ele em São Paulo - Tinha a própria Editora. 
Daí o meu pensamento embutido aqui neste Album há muitos anos: "Quando um Homem Velho morre, nós enterramos não só um livro mas sim uma enciclopédia individual completa"!!!! . Vai em Paz Amigo Vasco dos Santos!... Que Deus te receba em PAZ ETERNAMENTE.  

Os meus livros já publicados


AVISO AOS NAVEGANTES!... Os Amigos e Leitores interessados nos meus livros já publicados pela Editora AGBOOK podem adquirir diretamente através do Clube de Autores neste link: https://www.agbook.com.br/authors/231654








O Mapa Cor de Rosa


Depois que o Grande Navegador Transmontano Capitão Bartolomeu Dias dobrou o Cabo das Tormentas no extremo sul da África a Coroa de Portugal incentivou a colonização de toda a região a qual nos foi subtraída (surripiada mesmo!) pelas forças de Sua Majestade da Inglaterra. 

Os Exploradores Portugueses Hermenegildo Carlos de Brito Capelo, (1841-1917) e Roberto Ivens (1850-1898)  Abriram o Caminho  De Angola á Contra-Costa no Oceano Indico em Moçambique porém a Coroa de Inglaterra fez um Ultimatum a Portugal em 1884 em Berlim com uma única alternativa! Ou Portugal esquece o mapa ou teremos guerra da Àfrica do Sul até ao Egipto! 



Daqui nasceu a "Portuguesa" como um simbolo Nacional que é hoje oficial e que a maioria do POVO nem sabe cantar a preceito. Uns por falta de conhecimento outros por falta de patriotismo e muitos, infelizmente, pelo abandono forçado a caminho da Emigração e por lá ficaram em definitivo...




A Portuguesa, que hoje é um dos símbolos nacionais de Portugal (o seu hino nacional), nasceu como uma canção de cariz patriótico em resposta ao ultimato britânico para que as tropas portuguesas abandonassem as suas posições em África no território compreendido entre as colónias de Moçambique e Angola, incluídos no denominado "Mapa cor-de-rosa".

-  A letra foi escrita por Henrique Lopes de Mendonça e a música foi composta por Alfredo Keil em 1890.
-  A "Portuguesa", veio a transformar-se no hino nacional em 1911, um ano depois da implantação da Républica.

Heróis do mar, nobre povo
Nação valente e imortal
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!

Entre as brumas da memória
Ó, Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

Desfralda a invicta bandeira
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira
Portugal não pereceu

Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d'amor
E o teu braço vencedor
Deu novos mundos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
Marchar, marchar!

Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir

Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe
Que nos guardam, nos sustêm
Contra as injúrias da sorte

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões, Marchar, marchar!

Nota de Rodapé: este texto aqui transcrito da minha Página Literária do Recanto das Letras tem a música de fundo, e a letra consta do meu livro "Crônicas da Emigração" 



O Aqueduto das Àguas Livres de Lisboa






O aqueduto das Águas Livres de Lisboa
Geometria Divina, símbolos misteriosos, lendas, homicídios em série. Obras de engenharia notáveis e conflitos memoráveis entre os maiores arquitetos do século XVIII. O Aqueduto das Águas Livres - em todos os seus 58 quilómetros de troços, de Belas às Amoreiras - é um monumento "ao melhor e ao pior" dos homens.

O troço mais conhecido, sobre o vale de Alcântara, tem o maior arco em ogiva de pedra do mundo!
Caminhamos sobre o vale de Alcântara, num dia de calor tórrido, mas a sombra do gigante de pedra protege-nos. A marcha é lenta porque, a cada passo, a nossa "guia" tem uma história para contar. O Bairro da Serafina homenageia "uma estalajadeira, com talento para a cozinha", que alimentou sucessivas gerações de mestres e operários da obra do aqueduto. A ogiva central "é a maior do mundo - estamos no Guiness Book por causa disso - mas conta a lenda que é fechada unicamente por três pedras, que só um som pode apartar".
Margarida Ruas não sabe que som é esse. Provavelmente será das poucas questões sobre o Aqueduto das Águas Livres para as quais não tem resposta. E se a tivesse guardaria o segredo até ao fim dos seus dias. Especialista em comunicação política, criadora do extinto Contra Informação, da RTP, foi durante muitos anos diretora do Museu da Água, da EPAL. E deve-se a ela o facto de os lisboetas poderem voltar a percorrer aquele caminho público, outrora maldito, devido à memória de um assassino cruel
Em 1996, quando a empresa a nomeou diretora de comunicação, com o pelouro do museu, o único espaço visitável em todo o complexo das Águas Livres era a Estação Elevatória dos Barbadinhos. Numa semana, abriu ao público um novo museu polinuclear, integrando a passagem de Alcântara, a Mãe de Água das Amoreiras e o Reservatório da Patriarcal, no Príncipe Real.
Já não tem responsabilidades diretas no museu. Mas continua a defender o monumento pelo qual um dia se apaixonou "perdidamente". Em 2004, os Guardiães do Aqueduto, um grupo que lidera, conseguiram travar um projeto que previa a demolição de um troço de dois quilómetros, perto de Belas, para dar lugar a um acesso à CRIL e a um shopping. Hoje, é a porta-voz de um movimento internacional que quer fazer daquele monumento - em todos os seus 58 quilómetros de canais - Património da Humanidade reconhecido pela UNESCO. "É obrigação nossa, dos portugueses, deixá-lo para a humanidade, tal como foi deixado por todos aqueles fantásticos mestres e pedreiros, e por todas as vidas que se perderam na construção."

A nascente de Belas, onde tem início o percurso de 58 km de canais do aqueduto, numa imagem do arquiteto e músico Emanuel Pimenta
O sonho de fazer chegar as "águas livres"a Lisboa - cidade banhada por um rio cuja água é salobra desde Santarém - começou no último quarto do século XVII, ditando a criação do real da água - uma espécie de imposto sobre o valor acrescentado aplicado a produtos como o vinho, a carne e o azeite - para financiar o projeto. Mas só em 1731, com o alvará régio de D. João V, foram criadas as condições.
O projeto foi entregue a um trio de notáveis: o italiano Antonio Canevari que, por essa altura, concluia a construção da Torre da Universidade de Coimbra; o coronel Manuel da Maia que, anos mais tarde, seria decisivo na reconstrução da Baixa lisboeta após o terramoto de 1755; e o alemão Johann Friedrich Ludwig, ligado a obras como o Convento de Mafra.
Canevari era o mestre entre os mestres. Mas perdeu o estatuto ao fim de um ano. A sua conceção de uma estrutura hidráulica acionada por sifões para bombear a água até Lisboa era demasiado mundana para as aspirações do rei, que governou num dos períodos mais ricos da história de Portugal, graças ao ouro do Brasil. D. João V queria uma obra que perdurasse. E em retrospetiva tinha razão porque, do muito que mandou construir, o aqueduto foi das poucas edificações a escapar ao sismo de 1755.
O mestre português convenceu o rei com o mais monumental sistema de desnível, que viria a vingar, mas revelou-se ineficaz na execução: "Manuel da Maia tinha o problema de querer abrir demasiadas frentes de obra ao mesmo tempo, não conseguindo dar andamento a nenhuma."

Obra foi pensada para fazer refletir o mundo exterior na água, através de janelas.

Em 1736 avançou o engenheiro militar Custódio Vieira: "Era uma figura notável e um dos nomes mais importantes da história do aqueduto. Inventou uma estrutura para conseguir transportar os carrilhões [sinos do Convento] de Mafra. E foi graças a essa estrutura que se conseguiram erguer também estas colunas". Como o fez, não se sabe ao certo, porque os planos da maravilha da engenharia viriam a desaparecer, em 1755, entre os escombros do Paço da Ribeira, onde se guardava boa parte dos documentos mais importantes da capital.
Custódio Vieira ainda concluiu o Arco Grande, em 1744, mas morreu nesse mesmo ano, já não assistindo à inauguração do Aqueduto , em 1748. Seriam necessárias várias décadas ainda, até que, às portas do XIX, a obra cumprisse em pleno a missão de abastecer Lisboa, que depois manteve até ao fim da sua "vida funcional", em 1964.
"A história do aqueduto consubstancia o melhor e o pior de nós portugueses", diz Margarida Ruas. "O melhor porque é uma obra notável, feita - tal como afirmavam-, dando o melhor de nós para chegar a Deus, para construir a beleza máxima e a pureza máxima. O pior porque, na realidade, as lutas internas foram tão grandes, entre os mestres, entre os donos da obra, que acabou por ser solucionada passados quase cem anos com a intervenção do patriarcado."
Faz sentido que, a determinada altura, "um padre tenha também sido o coordenador da obra". É que, explica, o aqueduto está entre alguns monumentos do mundo, "tal como as pirâmides de Gizé, no Egito, tal como Notre Dame, em Paris", construídos de acordo com a geometria sagrada: a crença de que a geometria e a matemática estão intimamente ligadas a toda a realidade que nos rodeia. "Na geometria sagrada partimos do caos para a ordem. E para isso foi preciso dividir por números, os chamados números-ideia". O homem é "o agente integrador". E no caso do aqueduto, "único no mundo", essa integração "dá-se através de uma dimensão imaterial. Quando passeamos nas nascentes, com a água de um lado e do outro, as janelas refletem todo o mundo exterior".

Margarida Ruas reabriu o Aqueduto aos lisboetas e é uma das suas “guardiãs”
A dimensão mística desta obra de homens imperfeitos não deixa ninguém indiferente. O luso-brasileiro Emanuel Dimas Pimenta, especialista em arquitetura espacial e membro do comité técnico desta área no Comité Norte-Americano de Astronáutica e Aeronáutica, não se considera "nada esotérico". Mas recentemente publicou o ensaio: O Mistério das Águas Livres - O mágico aqueduto de Lisboa. "O aqueduto foi construído num período em que estavam em voga os universos esotéricos, como o universo Rosacruz. E historicamente ilustra um período do pensamento europeu de que poucas pessoas se dão conta", explica ao DN.
As próprias pedras do monumento remetem-nos para um universo misterioso. Várias têm símbolos que facilmente associamos à maçonaria, a ordem dos pedreiros livres. José Medeiros, historiador e presidente da Academia dos Saberes, esclarece que a maioria deles não eram mais do que "marcas de obra deixadas aos pedreiros pelos canteiros, que trabalhavam a pedra, algumas das quais acabaram por ser incorporadas pela maçonaria especulativa, ganhando significados completamente diferentes". Mas há também "símbolos especiais, de consagração, como o círculo com a cruz no meio e os três planos com a cruz em cima".
"O pancadas", o sociopata que matou dezenas por uma moeda
Diogo Alves, mais conhecido pela alcunha de "O Pancadas", ficou para a história como um dos piores sociopatas portugueses. Roubava mulheres no passeio público do Aqueduto, em Alcântara e, "por uma moeda", lançava dezenas de vítimas para a morte.

O processo de Diogo Alves está em exposição na Torre do Tombo

"Era um assassino em série. Era um homem de dupla personalidade. Durante o dia era boieiro e, ao que parece, de um profissionalismo extremo, e à noite transformava-se no pior dos assassinos", conta Margarida Ruas.
O modus operandi do homicida era sempre o mesmo: esperava pela passagem das lavadeiras de Caneças, "que vinham ou buscar ou entregar as roupas aos aristocratas em Lisboa", roubava-as e lançava-as do viaduto abaixo.
Inicialmente, as mortes chegaram a ser atribuídas a uma estranha vaga de suicídios. Mas quando as vítimas começaram a totalizar várias dezenas as autoridades perceberam que estavam a lidar com um homicida em série e o caminho público sobre o aqueduto foi interdito.
Diogo Alves nunca chegou a ser apanhado por estes crimes. Viria a ser detido, sim, pela morte da família de um médico, na Rua das Flores, durante um assalto conduzido por ele e por vários membros do seu gangue. Foi por este último crime que acabou por ser condenado e executado, em 1841. O processo que conduziu à sua condenação está atualmente em exposição na Torre do Tombo, em Lisboa.
Há uma lenda urbana que o identifica como o último condenado à morte em Portugal. Na rerealidade, esta pena foi abolida mais de uma década depois, em 1852, por D. Maria - mas apenas para crimes políticos - só sendo abolida para crimes civis em 1867, já no reinado de D. Luís. Vários homens foram ainda condenados e executados depois do "Pancadas". Mas o seu lugar na história ficou ainda assim assegurado, pelos piores motivos.
Aliás, por ironia do destino, entre centenas de figuras históricas ligadas ao aqueduto, Diogo Alves é mesmo a única cujo rosto podemos ainda contemplar. A sua cabeça foi decepada após a execução, a fim de ser estudada pela comunidade científica, e continua ainda conservada em formol no teatro Anatómico da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.
Galego de nascença, "O Pancadas" - pela gravidade dos seus crimes - acabaria por contribuir para uma animosidade, que durou décadas, contra os imigrantes da Galiza, que não só eram os aguadeiros de Lisboa - antes do aqueduto - como foram os primeiros bombeiros da cidade.

Nota de Rodapé do Blog: Durante vários meses eu atravessei por cima deste aqueduto na parte do troço que vem da Amadora para a Damaia e segue para o Monsanto. Eu trabalhava na Buraca mas dormia na Damaia... e aos domingos subia a serra para ler encostado às colunas que não estavam enterradas. Paralelas à linha do comboio. 

O livro "catramonzeladas Literárias"




Alegoria a um certo General que tinha por objectivo chegar a Marechal... 

Lá pelos idos do início dos anos "70" do século XX que eu costumo glosar como sendo os difíceis anos  "se tenta" aí a ver se arranjas emprego, eu recebi de presente este livro das mãos do Amigo e Camarada de Armas Dr Caleya D De Freitas.
-  Depois de o ler e parar de rir ao ver tanta afronta ao conhecimento dos verdadeiros "CÁBULAS" da língua de todos nós, eu achei por bem inventar também um meu verbete, e assim surgiu o termo "Catramonzelada Literária" do século "bin-te buscar pra irmos para o meio de coisíssima nenhuma que é  o (des) conhecimento de quem lê e de quem escreve estas inacreditáveis firulas".
O meu livro está quase pronto e a caminho da Editora, porém inserido no Blog "Crônicas da Emigração"!
Bem hajam todos pela leitura.
Um Fraterno Abraço e até breve.
Silvino Potêncio - Emigrante Transmontano em Natal desde 1979

Aviso aos Navegantes!...


Aviso aos Navegantes!... de 10 a 17 de Fevereiro todos os meus Livros no formato impresso estão com desconto de 25%. Aproveitem!... é só entrar no site: www.clubedeautores.com.br e pesquisar pelo título ou pelo nome de Autor Silvino Dos Santos Potêncio.
Neste Blog estão abertas as páginas de apresentação de cada título com uma sinopse de cada um dos livros que podem ser baixados directamente da Editora - Livro Impresso ou em PDF colorido original através do site do Clube de Autores informado aqui em cima.
Desde já bem hajam pela leitura!...



Catramonzeladas Literárias

Nóis fumo ó mercado da Rócas!

   Nóis Fumo Ó Mercado da Rócas! Este é um poema meu em homenagem aos Poetas Cordelistas  Potiguares, em especial dedicatória aos Sau...