Não! O Brasil não foi Colonizado por Degredados!




Da minha série de Crônicas da Emigração,  "BANDIDOS, BANQUEIROS e Bani FESTANTES" do Portugal e do Brasil de hoje, eu trago-vos aqui um texto recebido por email e escrito por um Cidadão Brasileiro que,  penso eu,  seja do interesse de todos! Todavia tenho a certeza de que muito poucos vão ler até ao fim.

 O texto é longo, porém, os amantes da verdade histórica dos factos  e sobretudo os Lusófilos Interessados na História Luso-Brasileira vão ler até ao final… eu acho.  

BRASIL COLONIZADO POR BANDIDOS ?

 Arthur Virmond de Lacerda Neto.     > Dezembro de 2015.

Não, o Brasil não foi colonizado por degredados nem por bandidos. Isto é mito, já desmentido pela historiografia, apesar do título do livro de Eduardo Bueno, "Traficantes, náufragos e degredados", livro que reproduziu o alvará de couto e homízio, do século 16, pelo qual os condenados, no Brasil, ficavam isentos de pena; ele o reproduziu sem nenhuma análise quantitativa de quantos degredados vieram nem do tipo de legislação penal vigente na altura.

 A armada de Cabral deixou 2 degredados; com Tomé de Sousa vieram 40, em 600 embarcados (dada a grafia de difícil leitura do documentário da expedição, leram 400 onde se redigiu 40).



Ao longo dos séculos, a proporção de imigrantes voluntários e inocentes, criminalmente, foi incomparavelmente superior à suposta avalanche de degredados, que os documentos não confirmam. Demais, os crimes de então não o seriam hoje: punia-se mulher fingir parto, sacar de espada em procissão, fraudar pão. Camões foi degredado. Por outro lado, a Austrália não foi colonizada com o que a Inglaterra tinha de melhor; ela foi depósito de ladrões e de criminosos.

 Muitos brasileiros têm o vício de culpar algo ou alguém pelas mazelas do Brasil: o capitalismo, a burguesia, o regime militar e...a colonização. Não há fundamento nenhum na asserção de que os degredados aqui tinham interesses escusos em negociatas; é fantasia.

 Por outro lado, Gilberto Freyre (Aventura e rotina; O mundo que o português criou; O luso e o trópico; Novo mundo nos trópicos), Antonio Silva Mello (Nordeste), Eduardo Prado e Luis Pereira Barreto (na polêmica que os opôs), o romancista José de Alencar (Cartas sobre a escravidão), Carlos Mendonça Lisboa (500 anos do descobrimento) afirmam as qualidades da colonização portuguesa, do colono português, da mestiçagem, da obra de criação de riqueza e, especialmente, de construção de nacionalidade, diferentemente da exploração brutalmente cúpida dos holandeses no nordeste brasileiro e da incúria britânica no que concerne às suas antigas treze colônias.

 O que são as guianas inglesa, francesa e holandesa? Países atrasados que sempre o foram. O que é a India, após 300 anos de ocupação inglesa? Um dos mais pobres países do mundo. O que foi a Africa do Sul por décadas? Por anos a fio, o país da segregação de raças, ao inverso do Brasil, terra da aceitação do preto e do silvícola pelo branco.

 É fácil demais acusar o passado brasileiro como bode expiatório, mas é falso, historica e antropológicamente, relacionar, em jeito de causa e efeito, os males presentes à nossa origem, mesmo porque houve, sim, no Brasil, períodos de riqueza, de honestidade, de elevação na política, de brilho nas letras. Por que só os males seriam produto da colonização e não, também, os méritos dos brasileiros?

 O alvará do século 16 existiu; não se segue disto, que tenham vindo condenados e que estes fossem elementos perniciosos. As Ordenações Filipinas, livro de legislação que vigorou de 1603 até o Brasil independente, prescrevia degredo para o Brasil com prodigalidade, o que não implica que, de fato, houvessem degredados para cá, ao longo de trezentos anos.

 A leitura do Código Penal Brasileiro ensejará, virtualmente, a impressão de que todos os brasileiros são criminosos e de que perpetram os mais variegados crimes. Assim como ele não constitui o catálogo dos comportamentos habituais dos brasileiros, o alvará e a cominação de degredo para o Brasil tampouco indiciavam o tipo de pessoa que imigrava para o Brasil.



Demais, a quem interessa o discurso inculpador da colonização? A quem ele serve? Por que insistir-se em culpar-se os portugueses de 500 anos atrás? Para desculpar-se, exculpar-se ou mitigar-se a culpa dos culpados atuais. A retórica da "corte corrupta", da emigração de condenados, de que "é assim desde o começo" alinha-se com o pensamento conformista e conformador, politicamente interessado em abrandar a censura moral que as pessoas imputam aos corruptos de hoje.

 Desde que o Brasil independeu, tornou-se senhor de si próprio, para bem e para mal; corrigir males e remediar erros tornou-se atribuição dos brasileiros. Se os alegados males da herança colonial persistem, é porque os brasileiros não souberam estar à altura da liberdade em que vivem. Por isto, não se culpe a "herança colonial", como se o Brasil fosse colônia ou se houvesse independido a pouco. Um dos males de que o brasileiro carece de se livrar, é o vezo de, como disse acima, de culpar a outrem pelos males que ele não sabe ou não quer erradicar. É discurso que convém muito a quem ele serve de justificação e que os sub-informados repetem acriticamente.

 Oliveira Lima, em "O movimento da independência" (Topbooks, p. 46) diz (maiúsculas minhas): "A COLONIZAÇÃO BRASILEIRA LEVADA A CABO POR DEGREDADOS É UMA LENDA JÁ DESFEITA. Nem ser degredado equivalia então forçosamente a ser criminoso, no sentido das idéias modernas. Punia-se com a deportação delitos não infamantes e até simples ofensas cometidas por gente boa. Os dois maiores poetas portugueses, Camões e Bocage, sofreram a pena de degredo na India, como Ovídio sofreu a de banimento no Ponto Euxino".

HONESTIDADE NA VIDA PÚBLICA BRASILEIRA EXISTIU (a propósito, também, da alegação de que a corrupção, no Brasil, é "herança colonial”).

 JOSÉ BONIFÁCIO, o velho, ao tornar-se ministro de D. Pedro I, logo depois da Independência, reduziu os salários dos ministros pela metade. De 800 mil réis, passaram para 400. No fim do mês, recebeu o seu, foi ao teatro e guardou a quantia embaixo do

 chapéu, na cadeira ao lado.



No intervalo, ao regressar à sua cadeira, haviam-lhe furtado o chapéu e a soma. Teve de pedir dinheiro emprestado para pagar as suas contas. O imperador soube disto e mandou o ministro da Fazenda, Martim Francisco, irmão de José Bonifácio, pagar-lhe

 um segundo salário. O ministro recusou-se:



- Majestade, vou pedir licença para não cumprir a ordem.

- Por quê?

- Primeiro, pelo mau exemplo. Cada um tem que cuidar do que é seu.

- Segundo, porque o ano tem 12 meses para todos e não pode ter 13 para o um funcionário descuidado.

- Terceiro, porque vou dividir o meu com ele.



Também é conhecida a honestidade de D. PEDRO II (cujo anedotário, a propósito, não coligi ainda).

Bernardo PEREIRA DE VASCONCELOS. Na biografia que redigiu de Bernardo Pereira de Vasconcelos, Otávio Tarqüínio de Sousa assim se refere ao pagamento de salário dos deputados brasileiros, em 1826:



“[...] para o deputado mineiro [Bernardo Pereira de Vasconcelos] o subsídio [salário dos deputados], que se tornaria depois um dos atrativos do mandato popular, era coisa que não queria discutir, a que aludia com escrúpulos. A Câmara de 1826 deixara a questão do subsídio ao arbítrio do Tesouro. Pagasse-o este, segundo as suas possibilidades, a 600$, a 400$ ou a 200$ por mês. Ou não pagasse nada. “Aqui ninguém vem pelo dinheiro”, disse Batista Pereira. Paula Sousa propusera o subsídio mínimo; com este alvitre ficou de acordo Bernardo de Vasconcelos. Prevaleceu afinal a importância de 600$000. Três anos mais tarde, o mesmo Vasconcelos proporia o subsídio de 8$ diários e concordaria com o de 6$400, lembrado pelo deputado Maia”. Bernardo Pereira de Vasconcelos, Livraria José Olympio, 1972, p. 36.

 Manuel DEODORO da Fonseca, chefe militar da proclamação da República, seu presidente provisório e seu primeiro presidente constitucional.



Nos meses finais do império, sendo primeiro-ministro o Visconde de Ouro Preto, este ofereceu-lhe o título de barão de Alagoas, em meio a uma distribuição generalizada de títulos e comendas aos oficiais generais do exército e da armada, como forma de cooptá-los em favor do regime. Deodoro recusou, como também Benjamin, a quem igualmente se ofereceu um baronato, e ainda, em Curitiba, Ermelino de Leão (que seria barão do Alto da Glória): não se deixavam corromper com títulos.



Sendo presidente da república, recebeu a visita, no palácio do Itamarati, de um indivíduo que, para lisonjeá-lo com segundas intenções, deu-lhe um retrato de Deodoro em rica moldura, gentileza que muito o sensibilizou.



Dias depois, voltou a procurá-lo o ofertante e solicitou-lhe um emprego excessivamente rendoso e cujo provimento dependia de concurso. O general explicou-lhe as condições em que poderia nomeá-lo, ao que ele replicou-lhe: "É que V. Excia. não se recorda de mim; eu sou a pessoa que ofereceu o seu retrato..." E Deodoro exclama: "Ah!, bem sei, bem sei, bem; estou na obrigação..." e saca do bolso 70 réis com que lhe pagou o retrato.



O indivíduo relutou em aceitar, porém o presidente insistiu e obrigou-o a passar-lhe este recibo: "Recebi do Sr. generalíssimo Deodoro da Fonseca, a quantia de 70$ de um retrato do mesmo Exmo. Senhor que lhe ofereci no dia 2 de agosto findo, sem ser por encomenda. Capital Federal, 8-11-1890. - M...B...". (Ernesto Sena, Deodoro: subsídios para a sua história. Senado Federal, 1999, p. 182).



Marechal do Exército, condecorado várias vezes, presidente da república, ao morrer, deixou à sua viúva as suas economias, a ninharia de nove contos.



Um sujeito propôs negociata a FLORIANO PEIXOTO, em que este, presidente da república, seria sócio de rendosa empresa, cuja criação dependeria ,apenas, da concordância dele. Floriano respondeu ao tipo que, sim, serei sócio ...quando houver deixado a presidência.



BENJAMIN CONSTANT Botelho de Magalhães foi tenente-coronel e professor de matemática na Escola Militar do Rio de Janeiro. Positivista, foi pregoeiro da república, encabeçou os cadetes na sublevação da madrugada de 14 para 15 de novembro; constituída a república, foi ministro da Guerra, e da Instrução Pública, Correios e Telégrafos.



No final do império, recusou o título de barão; sob a república, foi o único dos ministros do primeiro gabinete que não disputou eleições. Ao morrer, em 1891, não tinha casa própria: vivia de aluguel, do seu soldo.



Raimundo TEIXEIRA MENDES, representante máximo do Positivismo no Brasil, até 1927, data da sua morte, e autor da bandeira da república, interveio dezenas de vezes nos assuntos públicos e na atuação dos governos, por meio de publicações episódicas, em que exprimia a sua opinião doutrinária, com independência e desassombro.

 Em certo domingo, ao retirar-se da Igreja Positivista do Brasil, em que predicara, o prefeito do Rio de Janeiro ofereceu-lhe carona, o que ele recusou, para que não se lhe acusasse de aceitar favores do governo...



O marechal RONDON, positivista que sempre se assumiu como tal, recebeu da Associação Comercial de Manaus banquete em regozijo pelo estabelecimento, por ele, da linha telegráfica entre Manaus e Cuiabá, que traria incalculáveis benefícios ao comércio da primeira. O bródio decorreu no dia do aniversário da mulher de Rondon, Aracy (13 de dezembro), a quem a Associação Comercial fez presente de um colar de pérolas. Ao recebê-lo, para a sua mulher, Rondon agradeceu e recusou-o: “Não é, entretanto, possível à minha esposa, esposa de um simples oficial, usar as pérolas de um tão valioso colar, em desacordo com o nosso modesto padrão de vida. Aceitai-o, pois, de volta, com os meus mais comovidos agradecimentos”. (Ester de Viveiros, Rondon conta a sua vida. Biblioteca do Exército, 2010, p. 310-311).



Antonio Augusto BORGES DE MEDEIROS, positivista, filho de pai pernambucano, juiz em Pouso Alegre (MG) e desembargador no Rio Grande do Sul, formou-se em Direito em São Paulo, foi constituinte em 1891 e governou o Rio Grande do Sul por 24 anos, de 1898 a 1908, de 1913 a 1915 e de 1916 a 1928. Era Positivista, discípulo de Augusto Comte. Não tinha casa; morava de aluguel. Ao deixar o governo, voltou para a casa que alugava. Não tinha do que viver, nem dinheiro com que pagasse o aluguel.

 Amigos sugeriram-lhe:



- Doutor Medeiros. temos uma solução. Ponha uma tabuleta na sua janela: - "Advogado". E logo terá a maior e melhor banca de advocacia do Rio Grande.

 - É verdade. Mas não posso. Todos os membros desses tribunais e os juízes, atualmente em atividade, foram nomeados por mim. Logo, não posso advogar no Rio Grande.

 Para sustentar-se, a sua mulher costurou para fora até morrer, em 1957. Ele morreu em 1961, aos 97 anos.

 ANTONIO CHALBAUD BISCAIA, meu avô materno, foi promotor de Justiça de 1933 por diante, Procurador-Geral do Estado, Procurador-Geral de Justiça, chefe de Gabinete da Secretaria da Viação e Obras Públicas, Secretário de Estado da Viação e Obras Públicas, Secretário de Estado da Agricultura duas vezes, Deputado Federal, presidente do Fundo Telefônico (depois, Telepar). Construiu uma casa imensa na rua Lamenha Lins, 213 (em Curitiba), que pagou por empréstimo junto à Caixa Ecônomica, que amortizou de 1946 a 1976, mês por mês, enquanto exerceu os seus inúmeros cargos de confiança, no governo do Estado. Quando deputado federal, no R.J., alugou apartamentozinho em Copabacana, em que uma das suas filhas dormia na sala, por falta de espaço. Viajou, em vilegiatura, uma só vez na vida (para Minas Gerais). Levou vida financeiramente mediana sempre, em moço foi literato e orgulho-me de ser-lhe neto.

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Nota de Rodapé: Silvino Dos Santos Potêncio – Emigrante Transmontano em Natal/RN desde 1979,   foi nomeado Membro da Comissão Nacional para Comemoração dos 500 anos do Descobrimento do Brasil, pelo Excelentissimo Senhor Embaixador  de Portugal em Brasilia, Dr. Francisco Knopfli em 26 de Março de 1999. Nesta condição eu subscrevo o texto do Sr Arthur Virmond de Lacerda Neto, a quem transmito aqui os meus Cumprimentos com votos de um BOM ANO NOVO  a todos!

Estudo das Energias Ibéricas - II Capitulo


Estudo das Energias Ibéricas - II Capitulo

De: Silvino Potêncio >  Estudo prático das Energias Democráticas Iiiiiiiibéricas !... 
(capitulo II)

Energias É ó licas; os melhores fabricantes destes equipamentos são os Alemães, já há muitos anos, por causa da técnica de dominar a velocidade do vento pelo controle do CU ROPIO... [2].
Primeiro faz-se uma base de concreto armado no chão.
- Depois coloca-se uma torre de metal em pé de guerra... e lá no alto monta-se um motor electrico com uma "bentoinha" de três pás!...
- Os Portugueses são muitos bons nisto porque, no linguajar popular é "pá" p'ra todo lado; qualquer coisa, é logo precedida por "pá" ...
(-  ÓOOO PÁ, a pá está no lugar certo!!!?,... pergunta o engenheiro Alemão que sobe lá em cima, cheio de ferramentas, e as mãos cheias de graxa, enquanto o engenheiro português fica cá embaixo de fato e gravata, TODO JANOTA a "cu mandar" as operações!...)
Yaaahhol...yaaahhh... molto bãon, carago!...diz o engenheiro Her Fritz Bento Da Silva Emigrants...
-  agora vamos a determinar a capacidade de produção em quilo vats... mas para facilitar a linguagem,... escrevemos isto tudo em sigla porque esta coisa da energia demanda muita kiloria que é igual em português a "caloria".
Logo... segundo dizia o nosso General na primeira guerra mundial de 14-18 - ao responder ao comando Inglês; olhe voismecês aí na Flandres, podem até dar muitas "calorias" aos vossos militares para ganhar a guerra aos Alemães, mas nós cá em Portugal damos-lhes é muitas "kilorias"!!!!!!!... são kilos e mais kilos de feijão frade que é para eles estarem sempre com o bucho cheio e mandar cá umas "bujardas" do caraças!!!!...
- que é para fazerem rodar as bentoinhas dos aerogeradores que, por sua vez, fazem rodar o motor electrico que está dentro do "CU ROPIO" e este, então, fornece energia electrica que vai por um fio até chegar à campainha da porta das casas, e serve para substituir o uso das "aldrabas" antigas. [3]
Desta forma poupa-se energia a bater na porta, que ainda usa aqueles "aldrabões" dos Alemães, que enquanto eles estavam de rabo virado para assoprar as "bentoinhas" dos ventos do canal da mancha, eles acabaram por tomar na tarraqueta de costas, e por isso é que eles perderam a guerra... foi só por isso!!!!!...
Algumas restrições ao uso desta energia são:

a) não se deve contratar pessoas com falta de aerofagia, e muito menos com a doença do A.S.A.E. (ASMÁTICOS SÃO ALTAMENTE ELETROCUTADOS) 

b) nunca se deve instalar o CU ROPIO aonde haja falta de discussões porque, o que provoca o "bento" são as discussões lá no palácio de São Bento.
 - Quando a malta da direita levanta a "bós", os gajos da esquerda abaixam as orelhas... isto provoca uma diferença de temperatura e de altas pressões democráticas... e então os ventos de São Bento, fazem uma curva para evitar de passarem pelos CU Ropios da Ó posição dificil esta!... é do caraças!. 
- Mas enfim!, política tem dessas coisas, e nós temos que poupar energias porque...sem feijão para alimentar a população não há contingente que aguente.
E tem mais... quem semeia ventos só pode colher tempestades!... portanto está na hora de acabar com a politica da estrutiocultura onde a ave mete a cabeça na areia, e deixa os ventos soprarem até passar o tsunâmi da traição...da desgovernação, da descolonização, que acabou com a nossa geração de homens.
 E sobretudo de energias para esta pequena grande nação!   

Energias Hidro-Electricas: como todos sabemos, os maiores rios de Portugal são Espanhois!... Logo, é absolutamente necessário levarmos esta discussão para o âmbito internacional e por isso reservamos já agenda para a próxima sessão de cultura Galaico-Duriense para falarmos da jusante a Barca D'Alva até ao Puorto, carago! 

[1] pelo novo acordo já podemos utilizar o "iiiipsilone"... e por isso vejam que nós já estamos totalmente acordados. 
[2] "corropio" se pronuncia fonéticamente com um "o" mudo, e por isso o som exacto deste verbete é ouvido como sendo "cu ropio" também conhecido por "catavento".  
[3] "aldrabas" são as maçanetas geralmente feitas em ferro fundido ou chumbo, e colocadas nos portões de casas, mansões rurais, que serviam para chamar a atenção dos moradores. 

(Continua) 

Estudo das Energias Democráticas Ibéricas



Flor do Asphodelus

O meu "Estudo das Energias Democráticas Ibéricas" é um ensaio hilárico sobre os recursos energéticos actualmente explorados na Peninsula Ibérica. 

Devido a extensão do texto original eu deixo aqui p primeiro capítulo:
 
Estudo prático das Energias Democráticas Iiiiiiiibéricas!



  Um conto de Silvino Potêncio – Emigrante Transmontano em Natal/Brasil desde 1979.


(capitulo I)



Hoje,... por ser talvez a segunda-feira de noticias que publicamos aqui nos portais virtuais, nós queremos fazer alguma coisa diferente!

Aos Amigos e participantes do portal mais desbocado, que apareceu na boca do povo emigrante, o qual desde há décadas, é obrigado a lançar a rede em águas menos tumultuadas do que as que correm para o mar da palha  [1],  nós  resolvemos escrever-lhes a voismecês leitores sobre o velho adágio popular; "… da Espanha não se espera nunca, nem bom vento nem bom casamento!"

Mas, contráriamente ao que nos é habitual, nós vamos deixar de lado o aspecto jornalistico da arte de bem informar, e falaremos um pouco do lado lúdico da questão da falta de energias em Portugal, porque elas foram seguindo os caminhos de São Tiago de Compostela,  até que se chegou à conclusão de que realmente o dito cujo seguidor do J.C. nem sequer, ele nunca andou por estas veredas da Iiiiiiibérica região, também chamada de Lusitânia desde o tempo dos Romanos,  onde nascemos nós, Pastores seguidores de Viriato que são as terras do Portugal profundo ...e aatãon voismecês anotem aí:


1.  Mar da palha é o estuário do Rio Tejo antes de desaguar no oceano Atlântico.

Energia Atómica: desde os tempos da idade média do século "vinte"... (leia-se: vin-te buscar para irmos para o meio do nada, ou seja; a coisíssima nenhuma em que nos transformaram,  a radiação gama (os Alfacinhas são especialistas em andar sempre no gamanço!)  e a Descolonização do Ultramar independentista totalmente fora de controle, que os nossos técnicos da especialidade desaconselharam o uso e abuso de tal recurso natural, no Recto ângulo Luz & Tano!... e tudo por causa do "bento"! Eles insistiram, insistiram, mas  deixem-me explicar melhor  estas energias alternatinvas e portanto  fica aqui o aviso; como eu sou da região aonde ainda se fala em Mirandês ou Mirandelês, e por tal motivo, alguns verbetes dos meus textos eles estão entre aspas!  
- Voismecês já não estão lembrados do tal desastre que foi o cheiro do peixe podre de "cherne obil" que aconteceu lá nas montanhas dos Balcãs!? (para quem não se lembre, aquilo são terras dos ancestrais KOSSACOS – fonéticamente se diz “Cu Sacos”)  e que o cheiro da tal radiação se espalhou por alguns países da Europa, trazido pelo "bento",   foi a parar lá na Alemanha do Leste!?... se leste tudo bem. Se não leste deves pesquisar e ler.  
Pois é!... não mesmo, no Portugal de hoje, o mar não está para peixe!... Nem cherne nem sardinha, nem xixarro e até o fiel amigo do antigamente anda fugido do prato do POVO.
Algumas semanas atrás uns gajos, que andavam a catar lixo na região suburbana de Salamanca, eles acharam uns frascos de material rádio activo e, como quem não quer a coisa, eles jogaram os tais frascos no rio Tejo, o mesmo que nasce lá na Serra de Toledo e leva tudo até ao nosso “mar da palha” em frente da Velha Estação de Santa Apolônia em Lisboa!.
Eu fiz aqui algumas observações “in situ” pois fui a Toledo várias vezes e desci pela Linha da Beira Baixa em direção ao Terreiro do Paço, e escrevo com uma recomendação aos destinatários deste meu aviso.
- Os “Hermanos “ de Salamanca mandaram uma mensagem dentro de uma garrafa rio abaixo à prova de água: " mira, miralo bien portugesito cumpadrecito!...cuando tu lo encontres a esto regalo guardate lo bien!... Y
entonces nuestros hermanos, los  portuguesitos, le daran el destino necesaryo, à su modo!" Hay conocimiento comprobado qué ellos son muy buenos pescadores desde hace mucho tiempo, caraaago! 

Energia Solar: os principais usuários são os hoteleiros que colocam nos telhados os painéis solares (parecem de vidro) em vez das telhas-mercês, ou do xisto de antigamente, e depois ligam os fios de cada painel (placa fabricada com cristal de quartzo moído e "ensanduichado" entre duas placas de metal de magnetos opostos,tipo biscoito "wafer", onde o calor recebido dos raios solares, força os ions negativos a atravessarem os paineis para os positivos… e daí seguem via fio de cobre aluminizado para uma espécie de bateria que alimenta as caldeiras e as caixas de água quente!.
- Hóspede que não goste de tomar banho de água quente, ele nunca vai usufruir de tal beneficio da natureza e isto torna o abastecimento ainda muito caro e arredio das nossas gentes!. Em Portugal a produção de Energias do vento dependem muito da cortesia de “nuestros hermanos” senão vejamos.  

O hospede vai para uma hotel e ao anoitecer liga para a recepção:
- está lá?... é da recepção?
... pô, tá tudo escuro aqui no hotel, porquê?
... tem algum problema com o meu CU?!. (leia-se: Cartão Único)
- helo... goodmorning, bonjour, buenos dias, bondiás, (À moda Andorrenha)... "mi Ai can élpiu?!" 
---cual élpiú cual caraças!...  
aki num tem luz, caraaaago, nem auga kente!?
Com este frio todo? uké couve?
- Não Senhor!... de forma alguma! 
- está tudo bem com o seu CU.
E, fique descansado, logo que nascer o sol já ligamos a luz da energia alternativa. 
O seu CU foi devidamente aprovado pelo Banco de Portugal e quanto às "couves"!... Olhe,  são uma hortaliça muito rica em ferro, e produz muita matéria prima para encher o tanque da "bio maça", está bem? 
- Além do mais, sol bom, mesmo pouco! ele depende sempre da autorização do São Pedro, que ultimamente se tem vergado aos poderes da derrota para a Alemanha.
Até o PAPA  de São Bento Dez a Seis! Depois da derrota o Futebol  Ele Deixou o papado em Roma e foi se Reformar lá no Castelgandolfo… onde não precisa de sol nem de luz. Ele é um iluminado.  

Olhe, enquanto espera pela Luz, venha para cá;   
Estamos aqui todos a rezar para que a nossa querida A.S.A.E. (Alta Sociedade Anónima do Emigrantado) não "impombe" [2] com os nossos "Santos Poupulares", e cause ainda mais falta de "sol" Português,  que vai ensombrar as noites de São João no Puorto,a de Santo António de Lisboa e a noite do São Pedro lá no Vá Ti Cano!... São todos Santos muito queridos no emigrantado "luz & tano" até eu sou "Dos Santos" caraaaago!
-Ah, sim, sim antes que mes esqueça,  "Impombe” é uma forma do verbo impombar no presente do indicativo – não fazer confusão com as pombas do pombal. 


Energia da Biomassa: a primeira etapa do processo é a mais desagradável em virtude dos gases que se soltam do esterco, antes de serem todos engarrafados, dentro de um tanque "her mé tica mente" fechado. - Depois que, aquela meeeeer cadodria fica toda dentro dos tanques, geralmente localizados no fundo do quintal, e do curral a nivel de toda a Europa. 
 - É sobejamente conhecida a técnica de adubar as terras com a energia do estrume dos animais que dormem nos "bardos" nas curriças, e debaixo das casas de sobrados nas terras altas. E nós sabemos bem onde estamos técnicamente, então montam-se umas mangueiras de borracha, e ligam-se; desses tanques cheios de bosta,   aos fogões das casas que já não tem o velho "Lar" nem os estrafogueiros, nem os escanos, nem os tamboretes de 3 pernas, e nem os chupões dos campanários com um "kuriócoooo" lá em cima, para avisar de ondem vem o vento.
- Recentemente estamos a estudar a substituição disto da "Biooo  Maça" pela implantação do sistema de energia do "Bioooo Diz ele" ( o gasoil ou gásoleo técnico que não polui, que é ecológicamente mais Cu recto! - EU...NÃO SEI NÃO,... HEIN!?... SERÁ?     

Energias É ó licas; este é um estudo bem mais demorado que - ESTE SIM, DEPENDE DOS VENTOS QUE VEEM DE LÁ!. DA ESPANHA. É por isso que vamos deixar isso para o segundo capítulo desta reportagem técnico-cientifica-xuxialista de cunho irmanado nos interesses entre a EDP e os I BER DROLAS...[3] dos "nuestros hermanos" d'álem fronteiras, em conluio com a Geringonça do Poleiro Alfacinha.       
(continua) ...

A COR DO HORTO GRÁFICO


Com todo o respeito aos "puritanos" do vernáculo em língua Portuguesa, eu declaro aqui que o dito cujo não existe e porquê?!
Muitos escritores, incluso eu mesmo, declinamos  aceitar mudanças nas regras aprendidas desde a infância,  e como nos dias de hoje se escreve tudo por siglas, por sinônimos no tal dicionário HTML (leia-se: Hoje Temos Muito Lero-Lero) Autênticas metáforas que hipócritamente dizem que sabem mas que no final a realidade é esta: 

Mesmo assim e para ajudar quem não entende o HTML (eu mesmo nem sei nada de estrangeirismos, logaritmos, silogismos, feique nus ou fiquem vestidos!!!)... iii... aatãon lá bai: 

Última actualização do dicionário de língua portuguesa - novas entradas de Ah ao Zê:
1.          Abismado: Sujeito que caiu de um abismo
2.          Aspirado: Carta de baralho completamente maluca
3.          Assaltante: Um 'A' que salta
4.          Barbicha: Bar frequentado por gays
5.          Barracão: Proíbe a entrada de caninos
6.          Biscoito: Fazer sexo duas vezes
7.          Cleptomaníaco: Mania por Eric Clapton
8.          Coitado: Pessoa vítima de coito
9.          Contribuir: Ir para algum lugar com vários índios
10.      Conversão: Conversa prolongada
11.      Coordenada: Que não tem cor
12.      Democracia: Sistema de governo do inferno
13.      Destilado: do lado contrário a esse
14.      Detergente: Acto de prender seres humanos
15.      Determine: Prender a namorada do Mickey Mouse
16.      Eficiência: Estudo das propriedades da letra F
17.      Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo
18.      Expedidor: Mendigo que mudou de classe social
19.      Halogéneo: Forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes
20.      Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas
21.      Luz solar: Sapato que emite luz por baixo
22.      Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas
23.      Ortográfico: Horta feita com letras
24.      Padrão: Padre muito alto
25.      Pornográfico: O mesmo que colocar no desenho
26.      Presidiário: Aquele que é preso diariamente
27.      Pressupor: Colocar preço em alguma coisa
28.      Ratificar: Tornar-se um rato
29.      Testículo: Texto pequeno
30.      Tripulante: Especialista em salto triplo
31.      Vidente: Aquilo que o dentista diz ao paciente
32.      Violentamente: Viu com lentidão
(nota de rodapé: colaboração do Amigo Crítico Horto Fruti Granjeiro do FB Victor Fonseca) 
 

A liberdade criativa in jau la da...



A genialidade é inimiga directa da publicidade,  e prima carnal da vaidade esvoaçante do ser humano que não pensa!, aquele  que apenas vive exdruxulamente  ao sabor da corrente que o leva em direcção ao nada do infinito terreno!. (Silvino Potêncio)

No linguajar transmontano da minha infância, quantas vezes eu escutava o comentário;... ele tem cá um gênio!!! E isto acontecia sempre de cada vez que alguém me dizia para fazer algo, e eu a contragosto,  fazia tudo do meu jeito! 
Anos depois eu comecei a escrever pela regra gramatical que me era imposta porém ela começa sempre pela fonética!, e... mais uma vez eu me perguntava, porque cargas d'água eu tinha de "gramar" aquilo; horas de sono perdido a decompor as palavras, a tentar encontrar o sujeito oculto, o complemento directo, o artigo defenido indefenidamente no tempo do verbo e da verborreia da firula e do sinônimo do antônimo, do trocadilho e tudo debaixo de uma senhora chamada "semântica" literária> além disso tinha uma senhora muito cruel que se chamava de Filologia - eu sempre lhe respondia; fi-lo porque qui-lo mas ela me exigia para escrever tudo por extenso ou seja; em vez de quilo eu tinha de escrever "quilograma" - é como está na gramática caraaaaago!  
Foi quando eu arranjei uma tremonzela e de maneira acentuada (sem acentos) assentei-lhe esta regra:


 Consultei os meus alfarrábios, conselhos de outros mais sábios que falam sem mexer os lábios e encontrei génios esquecidos nos meus armários!... Hilários como este da terra dos "Avecs" Voltários: 





As Minhas Catramonzeladas Literárias

Não! O Brasil não foi Colonizado por Degredados!

Da minha série de Crônicas da Emigração,  " BANDIDOS, BANQUEIROS e Bani FESTANTES" do Portugal e do Brasil de hoje, eu tr...