Estudo das Energias Ibéricas - II Capitulo


Estudo das Energias Ibéricas - II Capitulo

De: Silvino Potêncio >  Estudo prático das Energias Democráticas Iiiiiiiibéricas !... 
(capitulo II)

Energias É ó licas; os melhores fabricantes destes equipamentos são os Alemães, já há muitos anos, por causa da técnica de dominar a velocidade do vento pelo controle do CU ROPIO... [2].
Primeiro faz-se uma base de concreto armado no chão.
- Depois coloca-se uma torre de metal em pé de guerra... e lá no alto monta-se um motor electrico com uma "bentoinha" de três pás!...
- Os Portugueses são muitos bons nisto porque, no linguajar popular é "pá" p'ra todo lado; qualquer coisa, é logo precedida por "pá" ...
(-  ÓOOO PÁ, a pá está no lugar certo!!!?,... pergunta o engenheiro Alemão que sobe lá em cima, cheio de ferramentas, e as mãos cheias de graxa, enquanto o engenheiro português fica cá embaixo de fato e gravata, TODO JANOTA a "cu mandar" as operações!...)
Yaaahhol...yaaahhh... molto bãon, carago!...diz o engenheiro Her Fritz Bento Da Silva Emigrants...
-  agora vamos a determinar a capacidade de produção em quilo vats... mas para facilitar a linguagem,... escrevemos isto tudo em sigla porque esta coisa da energia demanda muita kiloria que é igual em português a "caloria".
Logo... segundo dizia o nosso General na primeira guerra mundial de 14-18 - ao responder ao comando Inglês; olhe voismecês aí na Flandres, podem até dar muitas "calorias" aos vossos militares para ganhar a guerra aos Alemães, mas nós cá em Portugal damos-lhes é muitas "kilorias"!!!!!!!... são kilos e mais kilos de feijão frade que é para eles estarem sempre com o bucho cheio e mandar cá umas "bujardas" do caraças!!!!...
- que é para fazerem rodar as bentoinhas dos aerogeradores que, por sua vez, fazem rodar o motor electrico que está dentro do "CU ROPIO" e este, então, fornece energia electrica que vai por um fio até chegar à campainha da porta das casas, e serve para substituir o uso das "aldrabas" antigas. [3]
Desta forma poupa-se energia a bater na porta, que ainda usa aqueles "aldrabões" dos Alemães, que enquanto eles estavam de rabo virado para assoprar as "bentoinhas" dos ventos do canal da mancha, eles acabaram por tomar na tarraqueta de costas, e por isso é que eles perderam a guerra... foi só por isso!!!!!...
Algumas restrições ao uso desta energia são:

a) não se deve contratar pessoas com falta de aerofagia, e muito menos com a doença do A.S.A.E. (ASMÁTICOS SÃO ALTAMENTE ELETROCUTADOS) 

b) nunca se deve instalar o CU ROPIO aonde haja falta de discussões porque, o que provoca o "bento" são as discussões lá no palácio de São Bento.
 - Quando a malta da direita levanta a "bós", os gajos da esquerda abaixam as orelhas... isto provoca uma diferença de temperatura e de altas pressões democráticas... e então os ventos de São Bento, fazem uma curva para evitar de passarem pelos CU Ropios da Ó posição dificil esta!... é do caraças!. 
- Mas enfim!, política tem dessas coisas, e nós temos que poupar energias porque...sem feijão para alimentar a população não há contingente que aguente.
E tem mais... quem semeia ventos só pode colher tempestades!... portanto está na hora de acabar com a politica da estrutiocultura onde a ave mete a cabeça na areia, e deixa os ventos soprarem até passar o tsunâmi da traição...da desgovernação, da descolonização, que acabou com a nossa geração de homens.
 E sobretudo de energias para esta pequena grande nação!   

Energias Hidro-Electricas: como todos sabemos, os maiores rios de Portugal são Espanhois!... Logo, é absolutamente necessário levarmos esta discussão para o âmbito internacional e por isso reservamos já agenda para a próxima sessão de cultura Galaico-Duriense para falarmos da jusante a Barca D'Alva até ao Puorto, carago! 

[1] pelo novo acordo já podemos utilizar o "iiiipsilone"... e por isso vejam que nós já estamos totalmente acordados. 
[2] "corropio" se pronuncia fonéticamente com um "o" mudo, e por isso o som exacto deste verbete é ouvido como sendo "cu ropio" também conhecido por "catavento".  
[3] "aldrabas" são as maçanetas geralmente feitas em ferro fundido ou chumbo, e colocadas nos portões de casas, mansões rurais, que serviam para chamar a atenção dos moradores. 

(Continua) 

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