Sinopse do Livro "Os Nïzcaros"




O meu livro "OS NÏZCAROS" é uma colectânea de crônicas alusivas ao (des)governo do "Poleiro Alfacinha" nas últimas décadas do pós Abril MENTIRAS MIL que muitos conhecem por "Revolução dos Cravos"! Porém na verdade o evento foi um levantamento do descontento das Forças Armadas em confronto com a situação politica do Governo de Lisboa .
Já se encontra publicado pela Editora AGBOOK e pode ser adquirido através do Clube de Autores - ver o Link para baixar a versão PDF, e se for do interesse dos leitores comprar o livro impresso na forma tradicional os pedidos todos são na modalidade Pré Pago - a Editora só imprime à medida que os Leitores confirmarem interesse na compra. 
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Nesta obra o autor elaborou uma colectânea de textos em forma de crônica em alegoria a várias atitudes politicas durante as campanhas no período pós Abril de 1974 em Portugal.
Não se trata de uma obra investigativa e sim apenas uma maneira prática de entertenimento para aqueles que gostam de ler factos e eventos contemporâneos a muitos de nós que convivemos de perto com eles. São contos de ficção literária com base numa constatação prática que é a realidade dos nossos dias: os nïzcaros (ou cogumelos) precisam ser sempre bem escolhidos antes de os preparar para qualquer refeição, caso contrário eles podem ser venenosos na sua essência e levar os comensais a um fim antecipado de suas vidas.
Quanto ao estilo literário aqui escolhido, bem como em todas as outras obras deste autor, não há regras gramaticais ou semânticas préviamente estabelecidas. Todavia a raiz da Lingua Portuguesa prevalece na sua forma original e regional de acordo com os lugares onde se desenrolam vários dos depoimentos aqui deixados.
O livro contém um conjunto de “discursos políticos” resumidos em uma só página, embora o corolário original em rascunho arquivado atinge uns 1.900 verbetes todos Iniciados com a letra “P” de Português. Contudo cada discurso foi elaborado em época contextual e os nomes aqui mencionados são apenas figurativos.
Por último o autor segue aqui um pensamento do Grande Poeta, Escritor Transmontano, Dr Adolfo Correia da Rocha (MIGUEL TORGA);  quando ele recebeu o convite para integrar um Partido Politico  ele respondeu de imediato! O único partido que me interessa é o da liberdade.

Sabemos bem que, atualmente, circulam pela rede global, milhões de publicações, todas passíveis de uma investigação mais profunda para se chegar à veracidade dos factos nelas relatados, como também o sabemos, da facilidade em utilizar nomes de terceiros para se chegar a alvos um tanto obscuros para determinados autores.
Talvez por essa razão nós aceitamos e acordamos que a linguagem gramatical ou fonética, a semântica e a sintaxe, bem como todas as demais características da Língua Lusa foge, aqui neste livro, muitas vezes do atual acordo firmado pelos usuários da Língua dentro dos países chamados de CPLP (Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa) contudo o ideal é encontrar algum prazer na descoberta do que são, e daquilo que foram  " ® OS NÏZCAROS! "
Aqui  os meus “NÏZCAROS”  são  só textos em forma de acepipes raros, intempestivos e quantas vezes não totalmente alcançáveis por todos.    
A todos!, o meu  obrigado, com um abraço de amizade! 

Nota de rodapé: "Poleiro Alfacinha" é o título genérico dado pela crítica aos poderes estabelecidos na Capital do País (Lisboa) tendo por principais localizações na AR (Assembleia da Républica no Palácio de São Bento). No Palácio das Necessidades em Belém - Praça de Afonso Albuquerque e muitos outros endereços políticos engembrados após o golpe de Estado de 25 de Abril de 1974 mais tarde corrigido pelo MFA (Movimento das Forças Armandas) sob a batuta dos COMANDOS (a Tropa de Elite liderada pelo Comandante Jaime Neves) a qual restabeleceu a base da tão desejada "democracia"... desvirtuada pelos civis. 
E assim se confirma o jargão desde o tempo do Imperador Romano Julius Caio Cesar: "Na Ibéria existe um povo oriundo dos Extríminus que nem se governam e nem se deixam governar"!

Um comentário:

  1. A língua Portuguesa é, talvez, a única que permite este tipo de acrósticos ao elaborar textos de natureza duvidosa na sua efectiva aplicação na prática. É um palavreado psitomacítico interminável porém deve ser avaliado contextualmente e consentâneamente. Promete-se, Promete-se...Politico sobe no Palanque e Pro mete-se em tudo!

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